APPENDICES

APPENDICES

ACHRONOLOGIA

1826—Março—6. Nomeação da Regencia do reino por D. JoãoVI: a infanta D. Izabel Maria presidente.—10. Morte de D. JoãoVI.—20. Reconhecimento de D. PedroIV, rei, pela Regencia.

Abril—26. D. PedroIV, do Rio, confirma os poderes da Regencia.—27. Amnistia os crimes politicos.—29. Outorga a Carta Constitucional.—30. Nomeia os pares do reino, segundo a Carta.

Maio—2. D. PedroIVabdica a corôa em D. MariaIIsob condição de jurar a constituição e casar com D. Miguel.

Julho—2. Chegada de Stuart a Lisboa na corvetaLealdadecom a Carta.—12. Publicação da Carta em Lisboa, pela Regencia.—31. Juramento da Carta. = 22-6. Pronunciamentos militares absolutistas no Minho e Traz-os-Montes; suffocados.

Agosto—1. Izabel-Maria, regente em nome de D. MariaII.—3. Composição do ministerio constitucional. = 21. Tentativa de pronunciamento absolutista do corpo de policia em Lisboa.

Outubro—4. Juramento da Carta por D. Miguel em Vienna de Austria.—5. Pronunciamento do marquez de Chaves em Villa-Real; pron. militares em Vizeu, Villapouca,e no Algarve.—8. Eleições das camaras.—23-5. Invasão dos absolutistas refugiados em Hespanha: Silveira por Bragança, Telles-Jordão por Almeida, Magessi pelo Alemtejo. Guerra civil. Sublevação de toda a provincia de Traz-os-Montes.—29. Celebração dos espousaes de D. Miguel e de D. Maria II em Vienna.—30. Abertura das côrtes geraes em Lisboa.

Dezembro—15. Acção de Cavez, indecisa.—16. Recomposição do ministerio no sentido reaccionario; entrada do bispo de Vizeu.—23. Encerramento das côrtes. = 24. Chegada da divisão ingleza de Clinton a Lisboa, partindo para o theatro da guerra.

1827—Janeiro—2. Abertura das camaras.—9. Derrota dos absolutistas em Aguiar da Beira.—19. Convenção anglo-portugueza para a defeza da Carta.

Fevereiro—5. Acções da Ponte do Prado e da Barca; repellidos os absolutistas para além da fronteira.

Março—8-10. Desarmamento dos exercitos absolutistas internados em Hespanha; fim da guerra civil.—31. Encerramento das camaras.

Abril—13. Amnistia dos emigrados, que a não acceitam.—28. Saldanha segunda vez ministro da guerra, reacção liberal.—29. Sublevação absolutista da guarnição de Elvas.

Junho—8. Recomposição ministerial, no sentido constitucional; saída do bispo de Vizeu.

Julho—3. D. Pedro, no Rio, nomeia D. Miguel seu um lugar-tenente em Portugal.—23. Saída de Saldanha do ministerio.—24. Tumultos republicanos em Lisboa (Archotadas).—28-30. Agitação do Porto.

Agosto—27. Chega a Londres o decreto de 3 de julho.

Outubro—8. Chega a Lisboa oCamões, portador do decreto.—24. Sae de Lisboa a fragataPerolapara conduzir D. Miguel.

Dezembro—6. D. Miguel sae de Vienna. O banco suspende o pagamento das notas, restabelecido a 10.—19, em Paris;—30, em Inglaterra.

1828—Janeiro—2. Abertura das camaras.

Fevereiro—9. D. Miguel embarca em Plymouth.—22. Chega a Lisboa.—26. Jura a Carta, assume a regencia, nomeia ministerio, substitue os governadores militares.

Março—14. Dissolução das camaras. Nomeação da Junta das instrucções eleitoraes. Prohibição do hymno da Carta.—18. Assassinato dos lentes de Coimbra, em Condeixa.

Abril—2. Retirada da divisão ingleza.—25. Tumultosabsolutistas em Lisboa. Acclamação de D. Miguel I pelo Senado da capital, de Coimbra e de Aveiro.

Maio—3. Representação da nobreza do reino pedindo a acclamação. Decreto convocatorio dos Tres-Estados.—(No mesmo dia, no Rio, D. Pedro declara definitiva a sua abdicação e nomeia D. Miguel regente em nome de D. MariaII).—14. Dissolução dos batalhões do commercio e nacionaes em Lisboa.—16. Pronunciamento constitucional da guarnição do Porto, formação da Junta de governo; sedição de Aveiro.—18. Acclamação de D. Miguel nos Açores.—22. Restauração da Carta, na Terceira; acclamação de D. Pedro em Coimbra.—25. Pronunciamento constitucional no Algarve, suffocado.—26-30. Creação dos batalhões de voluntarios realistas. Saída do exercito do governo para o norte. Pronunciamento constitucional da praça de Almeida.— 28. Manifesto da Junta do Porto; creação de batalhões de voluntarios de D. PedroIV.

Junho—2-20. Marcha do exercito da Junta até Condeixa.—21. Retira sobre Coimbra. Organisa-se o batalhão academico.—20. Execução dos estudantes de Coimbra.—23. Reunião dos Tres-Estados no paço da Ajuda. Reintegração dos emigrados de 27 em Hespanha, que voltam ao reino.—22. A Madeira adhere á Junta do Porto.—24. Acção da Cruz de Morouços.—26. O exercito da Junta retira sobre o Vouga. Chegada ao Porto doBelfastcom Palmella, Terceira, Saldanha, etc.—28. Acção do Vouga; o exercito da Junta retira sobre Azemeis.—30. D. Miguel assume o titulo de rei.

Julho—3. Entrada do exercito no Porto; retirada dos da Junta pelo Minho, direcção da Galliza. Partida doBelfastcom os emigrados que trouxera. Dissolução da Junta.—5. Partida de D. MariaIIdo Brazil para vir casar com o tio.—6. Entrada do exercito constitucional na Galliza.—7. Juramento de D. Miguel, perante os Tres-Estados.—11. Acclamação do rei.—14. Alçada ao Porto.—15. Dissolução da assembléa dos Tres-Estados. A Terceira não recebe o governador enviado por D. Miguel.—16. Capitulação da guarnição de Almeida.

Agosto—6. Alçada á Madeira.—4-18. Decretos do Terror: creação do conselho militar, confisco dos bens dos emigrados, commissão dos crimes de lesa-magestade, devassas.—15. Chegada da esquadra á Madeira.—20. Desembarque de officiaes constitucionaes do Porto; resistencia da ilha.—22. Ataque pela esquadra, desembarque, restauração do governo de D. Miguel.—26. Começa na Galliza oembarque do exercito da Junta, para Inglaterra, terminando em 12 de setembro.

Setembro—2. Chega a Gibraltar D. MariaII, do Brazil, e sabe da usurpação, partindo para Inglaterra.—8. Desembarque de officiaes constitucionaes na Terceira, vindos de Inglaterra na fragata brazileiraIsabel; constituição de um nucleo de resistencia.—24. Chegada de D. MariaIIa Falmouth.

Outubro—6. Id. a Londres, onde fica.—4. Acção do Pico do Celleiro, e submissão de toda a ilha Terceira ao governo constitucional; installação de uma Junta provisoria de governo.

Novembro—9. Accidente em que D. Miguel fractura uma perna caíndo da carruagem.

Dezembro—Bloqueio da Terceira por navios de guerra inglezes.—7. Dissolução do deposito dos emigrados constitucionaes em Plymouth, por ordem do governo inglez.

1829—Janeiro—6. Partida de Saldanha com quatro navios de emigrados para a Terceira.—9. Tentativa frustrada de revolta militar em Lisboa.—16. O cruzeiro inglez impede o desembarque de Saldanha.—30. Regressa a expedição, chegando a Brest; interna-se em França.

Fevereiro—2. Desembarque dos Voluntarios da Rainha na Terceira.—14. Novo desembarque de emigrados de Inglaterra.

Março—3. Novo desembarque id.—6. Execução em Lisboa dos condemnados da conspiração do brigadeiro Moreira.—Suppressão do bloqueio inglez da Terceira.—8. Chegada de 600 emigrados de Inglaterra.

Maio—7. Execução, no Porto, dos réus da insurreição da Junta de 16 de maio 28.

Junho—16. Partida de Lisboa da expedição para submetter a Terceira.—22. Chegada de Terceira a Villa-da-Praia como capitão-general, nomeado por Palmella em Londres.

Julho—29. Apparecimento da esquadra do governo nas aguas da Terceira; bloqueio.

Agosto—11. Acção da Villa-da-Praia; repellida a tentativa de desembarque das tropas do governo; retirada da esquadra.—13. Introducção dos jesuitas em Lisboa.—29. Protesto de Barbacena em Londres em nome da rainha, contra a politica ingleza.—31. Partida da rainha para o Brazil, com a noticia da victoria da Villa-da-Praia.

Outubro—2. Reconhecimento de D. Miguel, rei, pelos Estados-Unidos da America;—11, pela Hespanha.

1830—Janeiro—7. Morte da Rainha viuva D. Carlota Joaquina, em Lisboa.

Março—7. Morte do marquez de Chaves.—15. Chegada de Palmella á Terceira; constituição da Regencia.

Junho—15. D. Pedro, do Rio, confirma a Regencia da Terceira. (Palmella, Terceira, Guerreiro).—Chegada a Brest do marquez de Santo Amaro, enviado de D. Pedro.

Outubro—18. Nova bandeira portugueza, bicolor.

1831—Fevereiro—8. Tentativa frustrada de sedição militar em Lisboa.

Abril—7. Emprestimo levantado na Terceira.—Abdicação de D. Pedro, imperador do Brazil, no Rio.—13. Saída do ex-imperador do Brazil, para a Europa.—Id. de D. Maria II para Brest, naSaine.—17. Expedição da Terceira ás ilhas de oeste.—19. Ruptura de relações do governo de Lisboa com a França; saída do consul, de Lisboa.

Maio—4. Em viagem, D. Pedro toca no Fayal, escrevendo a Terceira.—9. Occupação da ilha de S. Jorge pelos constitucionaes.

Junho—12. Chegada de D. Pedro a Cherburgo.—23. Occupação do Fayal, seguida pela de Flores, Corvo e Graciosa.—26. Chegada de D. Pedro a Londres.—Segundo emprestimo na Terceira.

Julho—11. Entrada da esquadra franceza no Tejo, apresamento dos navios portuguezes.—26. Visita de D. Pedro a D. MariaIIem França.—30. Partida da expedição da Terceira a S. Miguel.

Agosto—1. Desembarque na ladeira da Velha, occupação de S. Miguel.—16. D. Pedro fixa a residencia em França.—22. Pronunciamento constitucional de infanteria 4 em Lisboa, suffocado.

Setembro—21. Reconhecimento de D. Miguel, rei, pelo papa.

Outubro—2. Morte de José Agostinho de Macedo.

1832—Fevereiro—2. Manifesto de D. Pedro.—10. Organisada a expedição em Inglaterra, armada em Belle-Isle, D. Pedro parte para os Açores.—22. Chega a S. Miguel.

Março--3. Chega D. Pedro á Terceira. Assume a regencia. Nomeia ministerio. (Palmella, Mousinho, Freire) Terceira general, sob o regente.—28. Manifesto de D. Miguel.—29. Bloqueio da Madeira pela esquadra constitucional, levantado em maio, sem resultado.

Abril—4. Decreto de abolição parcial de morgados.—19. Id. da siza, portagens e direitos feodaes.—25. D. Pedro vae a S. Miguel preparar a expedição ao reino.

Maio—16. Decreto organisando a administração, a justiça e a fazenda.

Junho—20-2. Embarque.—27. Partida da expedição de S. Miguel para o continente.

Julho—8. Desembarque em Pampelido.—9. Entrada no Porto, evacuado pelas tropas do governo.—14. Primeiro ataque dos miguelistas, rechassado.—18. Acção de Penafiel.—22. Reconhecimento de Vallongo, retirada para Rio-Tinto.—18. Junção dos generaes miguelistas Santa-Martha e Povoas em Souto Redondo, ao sul do Douro.—23. Batalha de Ponte-Ferreira.—27. Acção de Grijó.—29. Organisação da ordem da Torre-e-Espada.—30. Decreto de abolição dos dizimos.

Agosto—7. Acção de Souto-Redondo, derrota e retirada sobre o Porto—8. Reconhecimento miguelista sobre o norte do Porto.—12. Decreto de abolição das doações regias.—12. Decreto de abolição dos bens da corôa.

Setembro—8-11. Ataques á Serra do Pilar e ao Porto, repellidos. Occupação de Gaya pelos miguelistas. Principio do bombardeamento. Teixeira (Pezo da Regoa) toma o commando do exercito miguelista.—16. Sortida constitucional, occupação do cerro das Antas.—29. Ataque geral dos miguelistas ao Porto, repellido.

Outubro—11. Batalha naval nas aguas do norte, indecisa.—13-14. Ataques á Serra-do-Pilar, repellidos. Desenha-se o cerco, artilhando-se a margem esquerda do Douro.—16. Partida de D. Miguel para Braga.—26. Santa Martha substitue Teixeira no commando.

Novembro—14, 17, 28. Sortidas successivas dos sitiados, batidos.

Dezembro—17. Sortida a Gaya, batida.—Revista de D. Miguel ao exercito sitiante.

1833—Janeiro—1. Solignac, general do exercito constitucional.—24. Ataque frustrado ás posições miguelistas do Crasto e do Queijo, a noroeste do Porto.—28. Chegada de Saldanha.

Fevereiro—21. O conde de S. Lourenço general do exercito miguelista.

Março—4-24. Ataques miguelistas ás linhas leste e noroeste, repellidos.—16. Vinda de D. Carlos para Portugal.

Abril—9. Sortida e occupação do reducto do Covello.

Junho—1. Chegada ao Porto de Palmella e Napier, com reforços.—8. Napier almirante.—13. Demissões de Sartorius e Solignac.—Saldanha chefe do Estado-maior;Terceira commandante da expedição do sul, com Napier, e Palmella governador civil.—21. Partida da expedição do Algarve.—24. Desembarque e occupação de Tavira.

Julho—5. Batalha naval do Cabo de S. Vicente, apresamento da esquadra miguelista.—14. Bourmont commandante do exercito miguelista no Porto.—25. Ataque ás linhas, repellido.—23. Acção da Piedade, destroço dos miguelistas.—24. Entrada de Terceira em Lisboa, evacuada pela guarnição miguelista.—26. Partida de D. Pedro, do Porto, para Lisboa por mar.—27. Morticinio dos presos de Estremoz.

Agosto—9. Retirada de Bourmont do Porto para o sul. Reconhecimento do governo de D. MariaIIpela Inglaterra.—10. D. Miguel em Coimbra.—15. Decreto convocando côrtes.—18. Saldanha bate a divisão miguelista do Porto, levanta o cerco pelo norte e leste.—20. Os miguelistas retiram da margem sul.—D. Miguel e o exercito avançam de Coimbra sobre Lisboa.—25-6. Concentração das forças miguelistas em torno de Lisboa.

Setembro—5-14. Ataques ás linhas constitucionaes, repellidos.—18. Substituição de Bourmont por Macdonell no commando do exercito miguelista.—22. Chegada de D. MariaIIao Tejo, por mar, de França.—27. Prorogação da convocação das côrtes.—Exigencias de Hespanha perante D. Miguel para a expulsão de D. Carlos do territorio portuguez.

Outubro—10-11. Sortida de Lisboa para leste. Saldanha obriga os sitiantes a retirar sobre Santarem, onde se fortificam.—Reconhecimento do governo de D. MariaIIpela França;—23, pela Belgica.

Novembro—3. Expedição constitucional ao Alemtejo; acção de Alcacer, morticinio dos prisioneiros.

1834—Janeiro—14. Saldanha toma e fortifica Leiria.—30. Acção e victoria de Pernes.

Fevereiro—18. Batalha de Almoster.

Março—18. Decretos de exautoração do infante D. Miguel e abolição da casa do Infantado, encorporados os bens nos da nação.—Operações no Minho.—23. Napier toma Caminha.—27. Vianna e Ponte de Lima.—Cabreira entra em Santo Thyrso.

Abril—2. Occupação de Braga.—3. de Valença.—Expedição de Terceira ao centro do reino; chega ao Porto; operações no Tamega.—22. Tratado da quadrupla alliança.

Maio—8. Occupação de Coimbra.—10. Confirmação dotratado em Lisboa.—16. Batalha da Asseiceira.—17. Retirada de D. Miguel de Santarem para Evora.—18. Occupação de Santarem.—27. Convenção de Evora-Monte.—28. Convocação das côrtes ordinarias.—Decreto de abolição das ordens religiosas.—30. Embarque de D. Miguel.

Junho—20. Manifesto de D. Miguel, de Genova.

Julho—4. Expulsão dos jesuitas.—Interrupção de relações com a côrte de Roma.—23. Decreto da extincção do papel-moeda.

Agosto—15. Reunião das côrtes.—28. Confirmação da regencia de D. Pedro.—30. Juramento da carta pelo regente.

Setembro—20. D. MariaIIcomeça a reinar.—24. Morte de D. Pedro.—Ministerio Palmella, principio do regime parlamentar em Portugal.

Outubro—4. Votação da lei de soccorros aos lavradores.

Dezembro—1. Casamento da rainha com o principe de Leuchtenberg.—19. D. Miguel e seus descendentes banidos por lei.

1835—Março—28. Morte do rei-esposo. Tumultos de Lisboa contra Palmella e o seu governo.

Abril—23. Conversão da divida da 6% em 4.

Maio—27. Queda do gabinete Palmella. Saldanha no governo.

1836—Janeiro—9. Casamento da rainha com o principe D. Fernando de Coburgo.

Julho—14. Incendio do palacio do Thesouro, no Rocio de Lisboa.—Dissolução das camaras, convocadas para 11 de setembro.

Setembro—9-10. Sedição em Lisboa, suppressão da Carta. Queda do ministerio. Dictadura de Passos-Manuel.—11. Juramento da Constituição de 22 pela rainha.

Novembro—4. Conspiração palaciana, abortada, para restaurar a Carta. (Belemzada) Assassinato de Agostinho José Freire.—12. Convocação de côrtes constituintes.

1837—Janeiro—26. Abertura do congresso constituinte.

Maio—13. Sedição miguelista das Marnotas, suffocada.

Junho—1. Queda de Passos-Manuel. Gabinete Sá-da-Bandeira.

Julho—12. Sedição militar cartista, revoltados Marechaes, (Saldanha, Terceira).

Agosto—28. Acção do Chão-da-feira.

Setembro—16. Nascimento de D. PedroV.—18. Acçãode Ruivães, convenção de Chaves, emigração dos marechaes vencidos.

1838—Março—9-13. Revoltas dos radicaes, clubistas do Arsenal, em Lisboa.

Abril—4. Juramento da constituição novamente feita. Regresso dos marechaes.

Junho—14. Tumultos radicaes em Lisboa.

Outubro—31. Nascimento de D. LuizI.

1839—Queda do gabinete Sá. Ministerio Sabrosa.

Novembro—26. Queda de Sabrosa. Ministerio Bomfim-Cabral-Rodrigo.

1840—Fevereiro—Dissolução da Camara.

Maio—26. Abertura do parlamento; maioria cartista.

Agosto—11. Tumulto setembrista em Lisboa, suffocado.—26. Pronunciamento em Castello-Branco. (Miguel Augusto) idem.

Fevereiro—15. Execução de Diego Alves, na forca.

Julho—25. Homicidios de Mattos Lobo, em Lisboa.

Maio—21. Publicação daNovissima reforma judiciaria. Restabelecimento das relações com a côrte de Roma.

1842—Janeiro—14. Partida do ministro Costa Cabral para o Porto.—27. Pronunciamento militar no Porto, restaurando a Carta (de 26).

Fevereiro—5. Os pronunciados marcham sobre Coimbra.—7. Queda do gabinete: ministerio Palmella-Soure-Avila.—8. Sedição cartista em Lisboa.—9. Gabinete Terceira-Mousinho.—10. Decreto restaurando a Carta com promessa de uma reforma.—14-16. Dissolução das Juntas cartistas do Porto e Coimbra.—19. Regresso de Costa Cabral a Lisboa.—24. C. C. ministro do reino; principio da longa administração Cabral-Terceira.

Março—18. Promulgação do novo codigo administrativo.—30. Manifesto da coalisão das opposições, setembrista, miguelista e cartista dissidente.

Julho—10. Abertura das camaras.—16. Execução de Mattos Lobo na forca: a ultima em Portugal.

1843—Julho—1. Lei de reforma das contribuições: decima de repartição.

1844—Fevereiro—4. Pronunciamento militar em Torres-Novas, suffocado.

Abril—8. Sedição da praça de Almeida, rendida.

Agosto—1. Reforma da organisação da justiça.—Nova lei eleitoral.

1846—Abril—15. Sublevação popular no Minho (Maria-da-Fonte).Formação de Juntas revolucionarias no reino.—20. Decreto de suspensão de garantias.

Maio—20. Queda do gabinete perante a revolução. Exilio dos irmãos Cabraes.—26. Ministerio Palmella; desarmamento das Juntas. Curso forçado das notas do banco de Lisboa. Regresso dos emigrados de 44.

Agosto—21. Decreto impondo segunda decima ás inscripções. Prorogação do curso forçado das notas.

Outubro—1. Nova prorogação.—6. Golpe d’Estado, demissão do gabinete Palmella. Saldanha no ministerio.—9. Restabelecimento da antiga lei eleitoral. Dissolução das camaras.—Terceira, mandado ao Porto, como lugar-tenente, é ahi preso.—10. Sublevação do Porto, creação da Junta, propagação do movimento de resistencia em varios pontos do reino.—16. O ministerio pede a intervenção extrangeira para debellar a revolução.—25. Pronunciamento de S. Miguel.—26. Marcha do exercito da Junta sobre Santarem.

Novembro—4. Occupação de Santarem pelos revoltosos.—6. Costa Cabral embaixador em Madrid. Saída de Saldanha, com o exercito fiel, de Lisboa.—14. Decreto do curso forçado permanente das notas do banco.—16. Acção de Val-passos, entre Sá-da-Bandeira e Cazal.—19. Decreto de fusão do Banco de Lisboa e da Companhia Confiança.—25. Entrada dos miguelistas em Guimarães.

Dezembro—3. Tomada de Valença, pelos de Lisboa.—4. Ataque de Vianna pelos miguelistas.—Manifesto da Junta do Porto.—Acção de Ourem.—22. Acção de Torres-Vedras, victoria de Saldanha pela rainha.—26. Creação do banco de Portugal.—31. Os miguelistas trucidados em Braga, morte de Macdonell.

1847—Fevereiro—1. Degredo dos prisioneiros de Torres-Vedras para Africa, noAudaz.—27.—Ataque de Estremoz pelo conde de Mello, patuléa.

Março—28. Partida da expedição de Sá-da-Bandeira, por mar, do Porto a desembarcar em Lagos; marcha sobre Lisboa.

Abril—11. Sedição em Lisboa, mallograda.—29. Tumulto de Lisboa; abertura das cadeias. Fome: começam as distribuições de sopa-economica, até junho.— Pronunciamento da Madeira.

Maio—1. Acção do Alto-do-Vizo.—21. Protocollo de Londres para a intervenção extrangeira.—22. Pronunciamento da Terceira.—27. Bloqueio do Douro, pela esquadra ingleza.—30. Embarque da expedição do conde dasAntas no Porto.—31. Aprisionamento pela esquadra ingleza.

Junho—3. Entrada da divisão hespanhola de Concha, que occupa o Porto. Os inglezes em S. João da Foz.—24. Convenção de Gramido, dissolução da Junta e fim da guerra civil.

Dezembro—9-14.—Decretos abolindo o curso forçado das notas e retirando-lhes a garantia do Estado.

1849—Abril—4. Morte de Mousinho da Silveira.

Junho—18. Queda do gabinete Saldanha. O conde de Thomar presidente do conselho.

1850—Fevereiro—7. Demissão de Saldanha, de mordomo-mór do paço. Opposição ao ministerio.

1851—Abril—7. Partida de Saldanha para o Porto. Pronunciamento militar do norte; marcha sobre Lisboa. (Regeneração).

Maio—1. Queda do conde de Thomar. Saldanha no governo—15. Entrada em Lisboa.—18. Tentativa de pronunciamento cabralista, suffocada. Reforma da lei eleitoral.

Julho—7. Constituição do ministerio: Saldanha, Rodrigo, Fontes.

1852—Julho—5. Acto addicional á Carta Constitucional.

Dezembro—18. Decreto de conversão da divida, em titulos de 3%.

1853—Novembro—15. Morte de D. MariaII. Regencia de D. Fernando.

1855—Setembro—16. Principio do Reinado de D. PedroV.

1856—Junho—6. Queda da Regeneração. Gabinete Loulé: o partido historico.

Outubro—28. Inauguração da 1.ª secção da linha de Leste.

1857—Fevereiro—9. Alvará de introducção das irmans da Caridade.

Maio--18. Casamento de D. PedroVcom D. Estephania.

Agosto-Dezembro—Febre amarella em Lisboa.

1858—Julho—17. Morte de D. Estephania.

1859—Março—16. Queda de Loulé. Gabinete Fontes-Martens-Cazal-Serpa. (2.ª regeneração).

1860—Junho—30. Reforma das instituições vinculares.

Julho—4. Ministerio Loulé-Lobo d’Avila.

1861—Abril—4. Lei da desamortisação dos bens dos conventos e estabelecimentos pios.

Novembro—6. Morte do infante D. Fernando.—11. Id. de D. PedroV.—16. Enterro do rei.

Dezembro—22. Reinado de D. LuizI.—25. Tumultos de Lisboa.

1862—Janeiro—18. Morte de Passos-Manuel.

Junho—9. Expulsão das irmans de Caridade.

Setembro—15. Revolta de Braga, suffocada.—27. Casamento do rei com a princeza de Saboya, D. Maria Pia.

Novembro—4. Morte de José Estevam.

1863—Maio—19. Abolição dos morgados.—30. Abertura do caminho de ferro a Badajoz.

1865—Setembro—4. Ministerio Aguiar. (Fusão).—15. Abertura da exposição universal do Porto.

1868—Janeiro—4. Tumultos no Porto e Lisboa.Janeirinha.Ministerio Avila.


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