Que viage á roda do seu quarto, quem está a beira dos Alpespag. 1.É visivel allusão ao popular e inimitavel opusculo de Xavier de Maistre,Voyage autour de ma chambre, que decerto foi principiado a escrever em Turim, e que muitos suppoem que fôsse concluido em San'Petersburgo.Nota B.Designio politico determinado a minhavisita(a Santarem)pag. 2.É puramente historico isto; e tambem é verdade que em grande parte d'aqui se originou a persiguição brutal que soffreu o A. d'ahi a poucos meses.Nota C.N'umaregatade vaporespag. 3.Regatachamavam, e não sei se chamam ainda, em Veneza ás carreiras de barcos appostados ao desafio. A palavra e a coisa introduziu-se em Inglaterra, onde é moda e popularissima.Nota D.Eu coroarei de trevo a minha espadapag. 24.Estes versos são uma especie de parodia dos famosos fragmentos de Alceu de que so existe memoria nos scholios que nos conservou Eustathio. NasFlores sem fructo, pag. 56 a traducção d'aquelle bello fragmento.Nota E.Depois de tantas commissões de inquerito, deve de andar orçado o número de almaspag. 25.Os protocollos das commissões de inquerito de ha oito para dez annos a ésta parte, sôbre o estado das classes trabalhadoras e indigentes em Inglaterra, é a próva real dos grandes calculos da economia politica, sciencia que eu espero em Deus se hade desacreditar muito cedo.Nota F.There are more things etc.pag. 26.A traducção chegada d'estes memoraveis versos de Shakspeare é:Ha mais coisas no ceo, ha mais na terraDo que sonha a tua van philosophia.Nota G.UmChourineur... umaFleur-de-Mariepag. 28.Personagens, bem conhecidos geralmente, do romance tam popular de Eug. Sue,Os Mysterios de París.Nota H.Fossem lá á rainha Annapag. 34.Addison, o poeta, foi ministro da rainha Anna de Inglaterra, e membro do célebre gabinete chamado deAll-wits.Nota J.Quando chegou alli pelos Prazerespag. 56.Um dos dois cemiterios de Lisboa—seja ditto para intelligencia do leitor provinciano—chama-seDos Prazeres, por uma ermida de N. S.aque alli existia com ésta invocação desde antes do terreno ter o presente destino. É notavel a coincidencia do nome.Nota K.O verdadeiro alfageme... tinha pelo povo e não queria saber de partidospag. 64.É facil de ver que o interlocutor d'este dialogo conhecia esse curioso personagem da historia do Condestavel, não pelas chronicas mas pelo drama que tem o seu nome.Nota L.DoSacré-Coeure das suas elegantes devotaspag. 89.O convento que tem este nome em París, é casa de educação de meninas nobres, e recolhimento de senhoras tambem.Nota M.Graciosa sculptura de Antonio Ferreirapag. 106.Antonio Ferreira, que viveu no fim do seculo passado, princípio d'este, modelava em barro com a mesma graça e naturalidade flamenga, com que pintava o morgado de Setubal: as suas piquenas figurinhas são tam estimadas pelos intendedores como os melhores biscoitos de Sevres e de Saxonia antiga.Nota N.Ave phenix que nasceu de nossos avós não saberem gregopag. 115.A fábula daquella ave immortal teve origem nas edades obscuras da Europa quando o grego era ignorado. O que os antigos diziam daphenix, palmeira em grego, tomaram nossos barbaros avós por ditto de uma passarolla com que os outros nunca sonharam.INDICE.Prologo dos editores.pag.VCapitulo I.—De como o auctor d'este erudito livro se resolveu a viajar na sua terra, depois de ter viajado no seu quarto; e como resolveu immortalizar-se escrevendo éstas suas viagens. Parte para Santarem. Chega ao Terreiro do Paço; imbarca no vapor de Villa-Nova; e o que ahi lhe succede. A Deducção-Chronologica e a baixa de Lisboa. Lord Byron e um bom charuto. Travam-se de razões os ilhavos e os bordas-d'agua, e os da calça larga levam a melhor.1Capitulo II.—Declaram-se typicas, symbolicas e mythicas éstas viagens. Faz o A. modestamente o seu proprio elogio. Da marcha da civilização; e mostra-se como ella é dirigida pelo cavalleiro da Mancha, D. Quixote e por seu escudeiro, Sancho Pança.—Chegada a Villa-Nova-da-Rainha. Supplicio de Tantalo.—A virtude galardão de si mesma; e sophisma de Jeremias-Bentham.—Azambuja.13Capitulo III.—Acha-se desappontado o leitor com a prosaica sinceridade do A. d'estas viagens.—O que devia ser uma estalagem n'estas nossas eras de litteratura romantica?—Suspende-se o exame d'esta grave questão para tractar, em prosa e verso, um muito difficil ponto de economia-politica e de moral social.—Quantas almas é preciso dar ao diabo, e quantos corpos se teem de intregar no cemiterio para fazer um ricco n'este mundo.—Como se veio a descobrir que a sciencia d'este seculo era uma grandecissima tola.—Rei de facto, e rei de direito.—Belleza e mentira não cabem n'um sacco.—Põe-se o A. a caminho para o pinhal da Azambuja.23Capitulo IV.—De como o A. foi pensando e divagando; e em que pensava e divagava elle, no caminho da villa da Azambuja até o famoso pinhal do mesmo nome.—Do poeta grego e philosopho Démades e do poeta e philosopho ingles Addison: da casaca de penneiros e do palio atheniense, e de outros importantes assumptos em que o A. quiz mostrar sua profunda erudição.—Discute-se a materia gravissima se é necessario que um ministro d'estado seja ignorante e leigarraz.—Admiraveis reflexões de zigzag em que se tracta dere politicae dere amatoria.—Descobre-se porfim que o A. estivera a sonhar em todo este capitulo, e pede-se ao leitor benevolo que volte a folha e passe ao seguinte.31Capitulo V.—Chega o A. ao pinhal da Azambuja, e não o acha. Trabalha-se por explicar este phenomeno pasmoso. Bello rasgo de stylo romantico.—Receita para fazer litteratura original com pouco trabalho.—Transição classica;—Orpheu e o bosque do Ménalo. Desce o A. d'estas grandes e sublimes considerações para as realidades materiaes da vida: é desamparado pela hospitaleira traquitana e tem de cavalgar na triste mula de arrieiro.—Admiravel choito do animal. Memorias do marquez do F. que adorava o choito.39Capitulo VI.—Próva-se como o velho Camões não teve outro remedio senão misturar o maravilhoso da mylhologia com o do christianismo.—Da-se razão, e tira-se depois ao padre José Agostinho.—No meio d'estas disceptações academico-litterarias vem o A. a descobrir que para tudo é preciso ter fé n'este mundo. Diz-sen'este mundo, porque, quanto ao outro ja era sabido.—Os Lusiadas, Fausto e a Divina-Comedia.—Desgraça de Camões em ter nascido antes do romantismo.—Mostra-se como a Styge e o Cocyto sempre são melhores sitios que o Inferno e o Purgatorio.—Vai o A. em procura do marquez de Pombal, e dá com elle nas ilhas Beatas do poeta Alceu.—Partida de Wist entre os illustres finados.—Compaixão do marquez pelos pobres homens de Ricardo Smith e J. B. Say.—Resposta d'elle e da sua luneta ás perguntas peralvilhas do A.—Chegada a este mundo e ao Cartaxo.47Capitulo VII.—Reflexões importantes sôbre o Bois-de-Boulogne, as carruagens de mollas, Tortoni, e o café do Cartaxo.—Dos cafés em geral, e de como são o characteristico da civilização de um paiz.—O Alfageme.—Hecatombe involuntaria immolada pelo A.—Historia do Cartaxo.—Demonstra-se como a Gran' Bretanha deveu sempre toda a sua fôrça e toda a sua glória a Portugal.—Shakspeare e Laffitte, Milton e Chateaumargot.—Nelson e o principe de Joinville.—Próva-se evidentemente que M. Guizot é a ruina de Albion e do Cartaxo.59Capitulo VIII.—Sahida do Cartaxo.—A charneca.—Perigo imminente em que o A. se acha de dar em poeta e fazer versos.—Ultima revista do imperador D. Pedro ao exército liberal. Batalha de Almoster.—Waterloo.—Declara o A. solemnemente que não é philosopho e chega á ponte de Asseca.71Capitulo IX.—Prologomenos dramatico-litterarios, que muito naturalmente levam, apezar de alguns rodeios, ao retrospecto e reconsideração do capitulo antecedente.—Livros que não deviam ter titulo, e titulos que não deviam ter livro.—Dos poetas d'este seculo: Bonaparte, Rotchild e Silvio-Péllico.—Chega-se ao fim d'estas reflexões e á Ponte da Assecca.—Traducção portugueza de um grande poeta.—Origem de um dictado.—Junot na ponte da Assecca.—De como o A. d'este livro foi jacobino desde piqueno.—Inguiço que lhe deram.—A duqueza de Abrantes.—Chega-se emfim ao val de Santarem.79Capitulo X.—Valle de Santarem—Namora-se o A. de uma janella que ve por entre umas árvores.—Conjecturas várias a respeito da ditta janella.—Similhança do poeta com a mulher namorada, e inquestionavel inferioridade do homem que não é poeta.—Os rouxinoes. Reminiscencia de Bernardim Ribeiro e das suas saudades.—De como o A. tinha quasi completo o seu romance, menos um vestido branco e uns olhos pretos.—Sahem verdes os olhos com grande admiração e pasmo seu.—Verificam-se as conjecturas sôbre a mysteriosa janella.—A menina dos rouxinoes.—Censura das damas muito para temer, crítica dos elegantes muito para rir.—Começa o primeiro episodio d'esta Odyssea.91Capitulo XI.—Tracta-se do unico privilegio dos poeetas que tambem os philosophos quizeram tirar, mas não lhes foi concedido; aos romancistas sim.—Applicação d'estes principios a Aristoteles e Anacreonte.—O A., tendo declarado no capítulo nono d'esta obra que não era philosopho, agora confessa, quasi solemnemente. que é poeta, e pretende manter-se como tal, em seu direito.—De como S. M. elrei de Dinamarca tinha menos juizo do que Yorick, seu bobo.—Doutrina d'este. Funda n'ella o A. o seo admiravel systema de physiologia e pathologia transcendente do coração.Por uma deducção appertada e cerrada da mais constrangente logica vem a dar-se no motivo porque foi concedido aos poetas esse direito indefinido de andarem sempre namorados.—Applicam-se todas éstas grandes theorias á posição actual do A. no momento de entrar no episodio promettido no capítulo antecedente.—Uma modestia e reserva delicada o obrigam a duvidar da sua qualificação para o desimpenhar: pede votos ás amaveis leitoras. Decide-se que a votação não seja nominal, e porquê.—Dido e a mana Annica.—Entra-se emfim na promettida historia.—De como a velha estava á porta a dobar, e imbaraçando-se-lhe a meada, chamou por Joanninha, sua neta.99Capitulo XII.—De como Joanninha desimbaraçou a meada da avó, e do mais que aconteceu.—Que casta de rapariga era Joanninha. Dá o A. insigne prôva de ingenuidade e boa fé confessando um grave senão do seu Ideal. Insiste porém que é um adoravel deffeito.—Em que se parece uma mulher desannellada com um Sansão tosquiado.—Pasmosas monstruosidades da natureza que desmentem o credo velho dos peralvilhos.—Os olhos verdes de Joanninha.—Religião dos olhos pretos strenuamente professada pelo A. Perigo em que ella se acha á vista de uns olhos verdes.—De como estando a avó e a neta a conversar muito de mano a mano, chega Frei Diniz e se interrompe a conversação.—Quem era Frei Diniz.109Capitulo XIII.—Dos frades em geral.—O frade moralmente considerado, socialmente e artisticamente.—Próva-se que é muito mais poetico o frade do que o barão.—Outra vez D. Quixote e Sancho Pansa.—Do que seja o barão, sua clasificação e descripção linneana.—Historia do castello do Chucherumello.—Erro palmar de Eugenio Sue: mostra-se que os jesuitas não são a cholera-morbus, e que é preciso refazer o 'Judeu errante'—De como o frade não intendeu o nosso seculo nem o nosso seculo ao frade.—De como o barão ficouem logar do frade, e do muito que n'isso perdémos.—Unica voz que se ouve no actual deserto da sociedade: os barões a gritar contos de réis.—Como se contam e como se pagam os taes contos.—Predilecção artistica do A. pelo frade: confessa-se e explica-se ésta predilecção.121Capitulo XIV.—Emendado emfim de suas distracções e divagações, prosegue o A. direitamente com a historia promettida.—De como Fr. Diniz deu a manga a beijar a avó e á neta, e do mais que entre elles se passou.—Ralha o frade com a velha, e começa a descubrir-se onde a historia vai ter.133Capitulo XV.—Retrato de um frade franciscano que não foi para o depósito da Terra-sancta, nem consta que esteja na Academia das Bellas-Artes.—Ve-se que a logica de Fr. Diniz se não parecia nada com a de Condillac.—Suas opiniões sôbre o liberalismo e os liberaes.—Que o podêr vem de Deus, mas como e paraquê.—Que os liberaes não intendem o que é liberdade e egualdade; e o para que eram os frades, se fossem.—Próva-se, pelo texto, que o homem não vive so de pão, e pergunta-se o de que vivia então Fr. Diniz.147Capitulo XVI.—Saibamos da vida do frade.—Era franciscano porquê?—Dos antigos e dos novos martyres.—Alguns particulares de Fr. Diniz antes e depois de ser frade.—Emigração.—Explicação incompleta.—De como a velha tinha perdido a vista, e Joanninha o riso.—Sexta feira dia aziago.155Capitulo XVII.—De como, chegando outra sexta-feira e estando a avó e a neta á espera do frade, este lhe appareceu, contra o seu costume, da banda de Lisboa.—Por que razão muitas vezes a mais animada conversação é a que mais facilmente pára e quebra de repente.—Nova demonstração de dois grandes axiomas dos nossos velhos, a saber: Que o hábito não faz o monge; e que ralhando as comadres se descobrem as verdades.—No ralhar da velha com o frade, levanta-se uma ponta do véo que cobre os mysterios da nossa historia.171Capitulo XVIII.—Descobre-se que ha grandes e espantosos segredos entre o frade e a velha—Piedosa fraude de Joanninha.—-Lucta entre o hábito e o monge.181Capitulo XIX.—Guerra de postos avançados, Joanninha no bivac.—De como os rouxinoes do valle se disciplinaram a ponto de tocar a alvorada e a retreta.—Quem era a 'menina dos rouxinoes,' e porque lhe poseram este nome.—A sentinella perdida e achada.191Capitulo XX.—Joanninha adormecida—O demi-jour da coquette.—Poesia do Flos-sanctorum.—De como os rouxinoes accompanhavam sempre a menina do seu nome; e do bem que um d'elles cantava no bivac.—Retratto esquissado á pressa para satisfazer ás amaveis leitoras.—Pondera-se o triste e pessimo gôsto dos nossos governantes em tirarem as honras militares ao mais elegante e mais nacional uniforme do exército portuguez.—Em que se parece o auctor da presente obra com um pintor da edade-média.—De como os abraços, por mais apertados que sejam, e os beijos, por mais interminaveis que pareçam, sempre teem de acabar por fim.203Capitulo XXI.—Quem vem lá?—Como entre dous litigantes nem sempre gosa o terceiro.—Carlos e Joanninha n'uma especie de situaçãoordeira, a mais perigosa e falsa das situações.215Capitulo XXII.—Bilhete de manhan da prima ao primo. Inganam a pobre da velha.—Noite mal dormida.—Da conversa que teve Carlos com os seus botões.—A Joanninha que elle deixára e a Joanninha que achou.—Obrigaçõesd'amor, triste palavra.—A mulher que elle amava, e se elle a amava ainda.—Quesitos do A. aos seus benevolos leitores. Declara que com os hypocritas não falla.—Quem hade levantar a primeira pedra?—Dous modos differentes de acudir uma coisa ao pensamento.225Capitulo XXIII.—Continúa a accudir muita coisa vaga e incontrada ao pensamento de Carlos.—Dança de fadas e duendes.—Fr. Diniz o fado-mau da familia.—Veremos, é a grande resolução nas grandes difficuldades.—Carlos poeta romantico.—Olhos verdes—Desafio a todos os poetas moyen-ages do nosso tempo.235Capitulo XXIV.—Novo Génesis.—O Adam social muito differente do Adam natural.—Carlos sempre um por seus bons instinctos, sempre outro por suas más reflexões.—De como Joanninha recebeu o primo com os braços abertos, e do mais que entre elles se passou.—Dor meia dor, meia prazer.247Capitulo XXV.—O excesso da felicidade que aterra e confunde tambem.—Pasmosa contradicção da nossa natureza.—De como os olhos verdes de Joanninha se inturvaram e perderam todo o brilho.—Que o coração da mulher que ama, sempre advinha certo.261Notas275Notas:[1]Chamavam assim por escarneo, em Portugal, ao general Loison a quem faltava um braço.[2]Célebre urso do Jardim das Plantas em París.[3]Pag.40,41,42.Lista de erros corrigidosAqui encontram-se listados todos os erros encontrados e corrigidos:OriginalCorrecção#pág. 3venceder...vencedor*#pág. 15Cervantos...Cervantes#pág. 18morachão...marachão*#pág. 40esperavava...esperava#pág. 41maldadades...maldades#pág. 62café...harem*#pág. 89tinha-ânimo...tinha ânimo#pág. 95esquerlo...esquerda#pág. 97um historia...uma historia#pág. 106toda o movimento...todo o movimento#pág. 118trababalho...trabalho#pág. 126conte...conter*#pág. 129aeronantas...aeronautas*#pág. 134paasos...passos#pág. 163memoraval...memoravel#pág. 203demij-our...demi-jour*#pág. 223didireitas...direitas#pág. 228as alagadiços...os alagadiços#pág. 240infeitavam...infeitiçavam*#pág. 276viagem...visita#pág. 286em em logar frade...em logar do frade#pág. 288d'ad'mor...d'amor* correcções feitas com base na errata do próprio livro.Shakespeare e Rotschild surgem neste livro como Shakspeare e Rotchild respectivamente. Dada a repetitividade constante, decidi manter de acordo com o original.Foram adicionados travessões onde a sua falta foi notada.As indicações dos números de páginas que se mencionaram na secção de"Notas do Primeiro Livro"e"Índice", foram corrigidas para corresponder ao local correcto.
Que viage á roda do seu quarto, quem está a beira dos Alpespag. 1.
pag. 1.
Designio politico determinado a minhavisita(a Santarem)pag. 2.
pag. 2.
N'umaregatade vaporespag. 3.
pag. 3.
Eu coroarei de trevo a minha espadapag. 24.
pag. 24.
Depois de tantas commissões de inquerito, deve de andar orçado o número de almaspag. 25.
pag. 25.
There are more things etc.pag. 26.
pag. 26.
Ha mais coisas no ceo, ha mais na terraDo que sonha a tua van philosophia.
UmChourineur... umaFleur-de-Mariepag. 28.
pag. 28.
Fossem lá á rainha Annapag. 34.
pag. 34.
Quando chegou alli pelos Prazerespag. 56.
pag. 56.
O verdadeiro alfageme... tinha pelo povo e não queria saber de partidospag. 64.
pag. 64.
DoSacré-Coeure das suas elegantes devotaspag. 89.
pag. 89.
Graciosa sculptura de Antonio Ferreirapag. 106.
pag. 106.
Ave phenix que nasceu de nossos avós não saberem gregopag. 115.
pag. 115.
Lista de erros corrigidosAqui encontram-se listados todos os erros encontrados e corrigidos:OriginalCorrecção#pág. 3venceder...vencedor*#pág. 15Cervantos...Cervantes#pág. 18morachão...marachão*#pág. 40esperavava...esperava#pág. 41maldadades...maldades#pág. 62café...harem*#pág. 89tinha-ânimo...tinha ânimo#pág. 95esquerlo...esquerda#pág. 97um historia...uma historia#pág. 106toda o movimento...todo o movimento#pág. 118trababalho...trabalho#pág. 126conte...conter*#pág. 129aeronantas...aeronautas*#pág. 134paasos...passos#pág. 163memoraval...memoravel#pág. 203demij-our...demi-jour*#pág. 223didireitas...direitas#pág. 228as alagadiços...os alagadiços#pág. 240infeitavam...infeitiçavam*#pág. 276viagem...visita#pág. 286em em logar frade...em logar do frade#pág. 288d'ad'mor...d'amor* correcções feitas com base na errata do próprio livro.Shakespeare e Rotschild surgem neste livro como Shakspeare e Rotchild respectivamente. Dada a repetitividade constante, decidi manter de acordo com o original.Foram adicionados travessões onde a sua falta foi notada.As indicações dos números de páginas que se mencionaram na secção de"Notas do Primeiro Livro"e"Índice", foram corrigidas para corresponder ao local correcto.
Aqui encontram-se listados todos os erros encontrados e corrigidos:
* correcções feitas com base na errata do próprio livro.Shakespeare e Rotschild surgem neste livro como Shakspeare e Rotchild respectivamente. Dada a repetitividade constante, decidi manter de acordo com o original.Foram adicionados travessões onde a sua falta foi notada.As indicações dos números de páginas que se mencionaram na secção de"Notas do Primeiro Livro"e"Índice", foram corrigidas para corresponder ao local correcto.